segunda-feira, 9 de março de 2015

Entrada dos Animais da raça Nelore na Expo Umuarama 2015 acontece amanhã

O julgamento acontece em 14 e 15/03 com o jurado João Augusto Faria. O valor das argolas é R$50,00.

Local: Sociedade Rural de Umuarama
Cidade/UF: Umuarama-PR


X Expoinel ES começa amanhã

A exposição internacional do Nelore no Espírito Santo será realizada no Parque de Exposições de Aracruz, entre os dias 10 e 15 de março



A Associação Capixaba dos Criadores de Nelore realiza, nesta semana, a décima Expoinel ES. O evento acontece até o dia 15 de março, no Centro de Eventos Rubens Pimentel em Aracruz (ES). A data base da exposição, quando serão realizadas a pesagem e o diagnóstico de gestação das fêmeas, será no dia 12 de março e o julgamento dos animais da raça Nelore começa no mesmo dia, com o julgamento das progênies.

Além dos julgamentos dos animais acontecerá um Ciclo de Palestras organizado pela Nelore Capixaba, no dia 13 de março. Na programação da manhã acontece a palestra sobre castração de animais e técnicas no manejo de pastagens, na parte da tarde estão programadas mais quatro palestras sobre aumento da produtividade no ES, cruzamento industrial para produção de carne bovina, produção de leite e cetose/acidose ruminal. Para inscrições no ciclo de palestras acesse http://www.visioneventos-es.com.br/.

Em conjunto com os julgamentos e as palestras, acontece a 4ª edição da Copa do Atlântico. Mais informações com a Associação Capixaba dos Criadores de Nelore (ACCN) no telefone (27) 2122-2249.

Informações para imprensa com:
Danyella Alves Ferreira
Gerência  de Comunicação Nelore do Brasil
(11) 9 8506-0063 / imprensa@nelore.org.br
www.nelore.org.br
twitter: @neloredobrasil

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2ª Expo Nelore Avaré premia os grandes campeões da raça

Os julgamentos aconteceram até o dia 7 de março, quando foram conhecidos os grandes campeões

A segunda exposição do Nelore em Avaré aconteceu entre os dias 1 e 8 de março, no Recinto de Exposições Dr. Fernando Cruz Pimentel, em Avaré (SP). O evento contou com 441 animais inscritos de 55 expositores da raça Nelore. Além dos julgamentos da raça aconteceram leilões do Nelore de Elite.

Nas pistas da cidade de Avaré, o campeonato recebeu 292 fêmeas e 149 machos da raça Nelore. A Grande Campeã da exposição foi a ESPN JAVANESA do expositor AGUINALDO GOMES RAMOS e o título de Reservada Grande Campeã ficou com a LAWA 3 TE PORTO SEGURO da AGROPECUÁRIA VILA DOS PINHEIROS. Já no campeonato de machos o Grande Campeão da 2ª Expo Nelore Avaré foi o OBJUAN FIV DO MURA do expositor JATOBÁ AGRICULTURA E PECUÁRIA. 

E o título de Reservado Grande Campeão ficou com o macho TALENTO FIV DO BONY da AGROPECUÁRIA VILA DOS PINHEIROS.

Confira todos os resultados da exposição no link http://bit.ly/1BjNG1f. Mais informações com a Associação Paulista dos Criadores de Nelore (APCN) no telefone (14) 3236-4239.


Mais informações para imprensa com:
Danyella Alves Ferreira - Comunicação ACNB
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NA TRILHA DO BOI, RASTROS A REFLETIR

Maurício Palma Nogueira, engenheiro agrônomo, sócio e coordenador de pecuária na Agroconsult responde o artigo de Washington Novaes na seção “Opinião” do Estadão de 27 de fevereiro de 2015


O artigo de Washington Novaes na seção “Opinião” do Estadão de 27 de fevereiro de 2015, intitulado “Nos caminhos do boi, os rastros a apagar”, traz à tona alguns dados em relação à produção pecuária e os supostos impactos ambientais que precisam de reflexão mais aprofundada e técnica.
O articulista tem razão em reforçar as conclusões da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) sobre a necessidade de rever o modelo de produção para atender a demanda crescente por alimentos nas próximas década. No entanto, classificar o modelo da pecuária brasileira como insustentável é um ponto a ser questionado.
Embora os dados das emissões de metano (CH4) e gás carbônico (CO2) pelos bovinos estejam corretos, o autor não considera a quantidade de carbono sequestrada pelas pastagens. Incapaz de consumir toda a forragem disponível da área, o bovino acaba ingerindo apenas as folhas, especialmente as mais novas e mais tenras. Mesmo com bons manejos, os bovinos a pasto retiram apenas 30% a 40% da matéria seca de toda a área. O restante volta ao solo como material morto, reiniciando o processo de ciclagem de nutrientes. Serve também como cobertura vegetal, mantendo a umidade e a temperatura do solo.
À parte aérea que sobra do pastejo, soma-se todo o volume de raízes que, nas gramíneas, atingem a mesma massa de matéria seca que a parte aérea. Grosso modo, o que cresce acima do solo, cresce também abaixo. As raízes não são standard nas touceiras de pastagens. A cada ciclo de produção, todo volume precisa ser refeito aumentando cada vez mais a massa vegetal incorporada ao solo e, com isso, a capacidade de armazenamento de carbono. Em pastagens bem manejadas, tais ciclos são de 25 a 30 dias na época das chuvas e em torno de 60 a 90 dias na época da seca.
Quando contabilizamos essa reciclagem da forragem não consumida (parte aérea e raízes), conclui-se que o sistema produtivo compensa todas as emissões dos bovinos, mesmo considerando a equivalência da molécula de metano em 20 vezes a molécula do gás carbônico, conforme lembrado no referido artigo.
No entanto, o articulista não menciona outros estudos apontando que na atmosfera, sob o efeito de outros gases, essa equivalência da molécula de metano cairia para apenas 6 vezes em relação à molécula de gás carbônico.  Nessa nova referência, o balanço será ainda mais positivo em favor da pecuária.
Do ponto de vista ambiental, o modelo de produção brasileiro é mais eficiente do que o modelo norte-americano e europeu. No Brasil, a terminação em confinamento é usada estrategicamente para corrigir a diferença entre a produção das pastagens nos diferentes períodos do ano. Entre 70% e 80% da produção das pastagens ocorrem no período chuvoso.  A essa diferença dá-se o nome de “curva de estacionalidade”. Sempre que aumentar a produtividade no período de chuvas, haverá a necessidade de aumentar a quantidade de animais que terminam em confinamento. 
Aproveitar as forragens tropicais é uma das grandes vantagens dos ruminantes, animais cuja fisiologia permite a digestão de partes dos vegetais que não são disponíveis aos monogástricos.
Mesmo que o desempenho animal do tipo de bovino e da alimentação usada na pecuária brasileira seja inferior ao europeu e norte americano, é essencial não cairmos na armadilha de querer copiar modelos da pecuária de clima temperada para a de clima tropical. Por muitos anos, esse foi o grande erro da agricultura. Erro que começou a ser corrigido na década de 1970, com o advento do plantio direto; o país adaptou o sistema de produção e é hoje o único detentor de tecnologia para a produção nos trópicos. O mesmo raciocínio vale para a pecuária.
Considerando apenas a área de pastagens, de acordo com dados da FAO, a pecuária brasileira é 30% mais produtiva que a norte-americana. Se incluirmos toda a área de milho e soja para os confinamentos, concluiremos que a eficiência da pecuária brasileira é ainda maior em relação aos EUA. O mesmo ocorre na comparação com a Europa.  
Do ponto de vista nutricional, é fato que as pastagens são mais pobres em qualidade, o que exige a suplementação do rebanho. Mas não deixa de ser contraditório que no mesmo artigo que se defende o modelo de confinamento, se critique a necessidade de suplementar o rebanho a pasto.
Dependendo da categoria animal, e da estratégia de suplementação, a pasto recomenda-se entre 60 gramas a 450 gramas por dia de suplementos mineralizados por cabeça. Em sistemas confinados, o fornecimento de concentrados chega a 10 quilos por cabeça por dia.
A complexidade da nutrição de bovinos e os diversos fatores envolvidos que poderiam levar à ocorrência de patologias ou distúrbios citados pelo articulista, como cara inchada, botulismo e outras, exige muito mais do que um simples parágrafo. A forma como o assunto foi apresentado no texto pode levar o leigo às conclusões erradas. A mineralização no Brasil está longe do ideal e mesmo assim as patologias ou distúrbios citados pelo articulista não incidem como se parece sugerir no texto. O maior resultado da má mineralização é operar com uma produtividade aquém do que seria possível. O mais prejudicado é o próprio pecuarista.
Por fim, soa muito estranho a afirmação “forte e recente avanço da pecuária sobre grande parte da Amazônia”. Há anos a pecuária vem reduzindo as suas áreas com incorporação de tecnologia. Essas áreas estão sendo repassadas para a produção de grãos, cana, eucalipto ou sendo revegetadas.
Os dados obtidos por imagem de satélite pelo projeto Terraclass, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), apontam que em 10 anos, apenas no Bioma Amazônia, foram recompostos 16,5 milhões de hectares de florestas. E outros 6,3 milhões estão estágio avançado de recomposição. E grande parte dos dados de desmatamentos são os produtores reabrindo áreas que já foram pastagens em anos anteriores.
Concluindo, a pecuária brasileira vem adotando práticas sustentáveis ininterruptamente. Se produzíssemos o volume atual de carne bovina com a mesma produtividade da década de 1990, teríamos que ter desmatado outros 250 milhões de hectares.
Caso parcela da sociedade decida alterar o seu hábito de consumo, orientada por desinformações preconceituosas sugerindo a associação entre a pecuária e problemas ambientais, o único efeito prático será o atraso no processo de aporte tecnológico, o aumento dos custos nas empresas relacionadas e o impacto direto na vida das cerca de 6,75 milhões de pessoas que vivem, direta e indiretamente, da bovinocultura.

Fonte: site do Rally da Pecuária 

Leilão Virtual Camargo Solo 5 acontece hoje


O Leilão Virtual Nelore Camargo Solo 5 acontece hoje, ao vivo pelo Canal Rural, às 20 horas. Não perca esta oportunidade.


ACNB convida os associados para o Circuito Expocorte 2015 em Cuiabá (MT)

A primeira etapa do Circuito EXPOCORTE de 2015 acontece nos dias 11 e 12 de março no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, Mato Grosso. A Associação dos Criadores de Nelore do Brasil é parceira do circuito e convida todos os associados para participar desta etapa.


As inscrições deverão ser feitas através do e-mail imprensa@nelore.org.br com o título Circuito Expocorte e no corpo do e-mail os dados NOME COMPLETO, CPF, E-MAIL e ENDEREÇO COMPLETO com CEP. 


terça-feira, 3 de março de 2015

Copa Centro Oeste do Nelore começa nesta semana em Goiânia

O início da copa acontece durante a 3ª Expo Cerrado, evento que vai do dia 5 ao dia 15 de março, no Parque de Exposições de Goiânia, em Goiás

Com o objetivo de promover a integração entre criadores e expositores da raça Nelore de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, será realizada pela primeira vez a copa inter-regional dos estados, conhecida como Copa Centro Oeste. Durante o ano-calendário 2014/2015 serão disputados os campeonatos de criadores, expositores e animais, com premiações de ouro, prata e bronze, para os melhores de cada categoria.

A Copa Centro Oeste é formada por três exposições, sendo uma em cada estado. A exposição de Goiás acontece agora, de 5 a 15 de março com a Expo Cerrado, a segunda exposição da copa acontece em Rondonópolis (MT) com realização da Exposul, de 8 a 15 de agosto, e a terceira e última etapa da copa acontece em novembro, durante a Expo Nelore, em Campo Grande (MS).

A 3ª Expo Cerrado acontece no Parque de Exposições de Goiânia, em Goiás, até o dia 15 de março. O valor das argolas é de R$200,00 para sócios da Associação Goiana do Nelore e R$250,00 para não sócios da AGN. A data base da exposição, quando serão realizados a pesagem e o diagnóstico de gestação das fêmeas, será no dia 10 de março e os julgamentos dos animais da raça Nelore começam no dia 11 de março.

Para esta edição foram escolhidos os jurados Valdecir Marin Junior, Luis Sérgio Junqueira Amaral e Leonardo Machado Borges. Os grandes campeões da raça Nelore serão conhecidos no último dia do evento, em 15 de março. Além dos julgamentos da raça, estão programados dois leilões de elite do Nelore e uma palestra sobre prova de ganho de peso.

Mais informações para imprensa com:
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