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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Alimentos impulsionam prévia do índice que mede inflação oficial

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15), considerada uma prévia do IPCA, registrou alta de 0,48% em outubro, após subir 0,27% em setembro. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira, 18, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, o IPCA-15 acumula altas de 4,46% no ano e de 5,75% em 12 meses até outubro. A aceleração observada no IPCA-15 de outubro foi impulsionada pelas altas nos grupos de alimentação e habitação. Juntos, eles formaram 56% do índice do mês, com impactos de 0,17 ponto porcentual e de 0,10 ponto porcentual, respectivamente. A alta nos preços em alimentação foi de 0,70%, contra apenas 0,04% no IPCA-15 de setembro.

Na região metropolitana de São Paulo, o grupo chegou a registrar alta de 1,22%. O item carnes, que subiu 2,36%, ficou à frente nos principais impactos individuais, com 0,06 ponto porcentual. Além dele, alimentos importantes no consumo das famílias passaram a custar mais, especialmente o frango (4,87%), as frutas (3,32%) e o pão francês (2,62%). Já o grupo habitação acelerou para alta de 0,67% em outubro, contra 0,53% em setembro.



O período de coleta do IPCA-15 é de 13 de setembro a 11 de outubro, e a comparação dos preços é feita com o período de 14 de agosto a 12 de setembro. O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Índice que mede inflação do país registra a maior baixa desde julho de 2010


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,03% em julho, após ter registrado alta de 0,26% em junho, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  Até o mês passado, o IPCA acumula alta de 3,18% no ano e de 6,27% no acumulado dos últimos 12 meses. Com esse resultado, o indicador oficial de inflação no País ficou abaixo do teto da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 6,5%.

A desaceleração do IPCA registrada na passagem de junho para julho pelo IBGE foi puxada principalmente pelos segmentos de Alimentação e Bebidas e de Transportes. Juntos, os dois grupos foram responsáveis por uma retração de 0,21 ponto porcentual no índice de julho.



sexta-feira, 7 de junho de 2013

Inflação oficial desacelera para 0,37% em maio, mostra IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, por ser usado como base para as metas do governo, desacelerou de 0,55% em abril para 0,37% em maio, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (7). Essa é a menor taxa desde junho de 2012, quando o IPCA atingira 0,08%. Com isso, o acumulado no ano ficou em 2,88% e, em 12 meses, em 6,50% - atingindo o teto da meta de inflação do governo federal. Em maio de 2012, o índice fora de 0,36%.
 
O maior impacto sobre a taxa de maio partiu dos preços de remédios, ainda que a variação do índice, de 1,61%, tenha ficado abaixo da registrada em abril (2,99%).  Também apresentou desaceleração a variação de preços dos alimentos - de 0,96% em abril para 0,31% em maio -, com destaque para o tomate, cujos preços caíram 10,31%.
 
Na análise por regiões, a maior variação foi verificada no Recife (0,74%), puxada pelo aumento dos preços dos alimentos e a menor, em Belém (-0,16%), no movimento contrário.


 
Entenda a inflação, suas causas e consequências
A inflação é uma alta persistente e generalizada dos preços. Provocada pelo desequilíbrio entre oferta e demanda, pelo excesso de moeda ou por gastos públicos elevados, entre outras causas, ela provoca perda do poder de compra e reduz a eficiência da economia.