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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Carne Nelore Natural estará presente em evento na Alemanha

Durante a Feira Anuga 2015, de 10 a 14 de outubro, os visitantes terão a oportunidade de conhecer a carne brasileira

Imagem/divulgação: Carlos Eduardo Lopes

A Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), em conjunto com a Associação Brasileira dos Criadores Zebu (ABCZ), terá a oportunidade de apresentar no estande da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) em Colônia, na Alemanha, durante Feira Anuga 2015, a carne Nelore Natural.

A Anuga 2015 contará com a participação da ABCZ, entidade que promove o fomento e desenvolvimento das raças zebuínas. O Presidente da ABCZ, Luiz Cláudio Paranhos, liderará a comitiva da ABCZ, que também terá o superintendente de marketing Juan Lebron. Ambos irão levar a carne Nelore Natural para o conhecimento do público da feira. A viagem é realizada em parceria com a Abiec, que promove em conjunto com a Apex-Brasil o projeto “Brazilian Beef”.

A Feira Anuga reúne dez setores alimentícios apresentando as tendências do mercado em um mesmo local, e aborda diversos os gêneros alimentícios como alimentação dietética, bebidas, mercearia fina, fast-food, peixe, alimentos congelados, lacticínios, carnes, artigos de pastelaria, frutas, legumes, conservas, café, sorvetes, equipamentos para cozinhas grandes, assadores, fornecimento de comidas, distribuidores automáticos e franchising.

Mais informações sobre Nelore Natural com a ACNB (11) 3293-8900 ou imprensa@nelore.org.br

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Fazenda de André Bartocci é destaque no Globo Rural

Diretor da ACNB fala com o Globo Rural sobre os desafios para produzir carne. Confira:



http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2015/04/em-ms-fazenda-supera-desafios-para-produzir-carne-tipo-exportacao.html?fb_ref=Default

Os europeus já foram os principais importadores de carne bovina do Brasil, mas hoje estão em 5º lugar na lista dos nossos clientes. O motivo principal são as exigências sanitárias e de manejo feitas por eles, principalmente para as carnes de alta qualidade.
Apesar disso, uma fazenda em MS está superando os desafios para produzir carne tipo exportação, conforme mostra a reportagem.
O Brasil tem o segundo maior rebanho bovino do mundo. Entre vacas de corte e de leite são mais de 200 milhões de cabeças.
Nossa produção de carne é de 10 milhões de toneladas por ano, 80% são consumidos no mercado interno e o restante é exportado para vários países. Para a Europa vão 120 mil toneladas.
Um frigorífico de Campo Grande, a capital de Mato Grosso do Sul, está selecionando cortes especiais para a Europa, um dos mercados mais exigentes. Os europeus pagam até 20% mais pelas carnes de alta qualidade, é um mercado muito disputado, por isso, foi dividido em cotas, distribuídas entre vários países exportadores: a chamada Cota Hilton. A cota do Brasil é de 10 mil toneladas por ano, mas até hoje não conseguimos exportar nem a metade da cota.

Para a Associação Brasileira da Indústria de Exportadores de Carne (Abiec), os motivos são as barreiras estabelecidas para a carne brasileira.
Apesar disso, tudo indica que 2015 vai ser o melhor ano para as exportações dentro da Cota Hilton. A Abiec espera ultrapassar pela primeira vez a marca de 50% da cota prevista para o Brasil.
Os europeus só compram carne de machos, com menos de 30 meses de idade, pesando, no mínimo, 16 arrobas. Os animais têm que ser rastreados desde a desmama e engordados a pasto. Bois de confinamento não entram na Cota Hilton.
O problema é que nossas pastagens, em sua grande maioria, são de baixa qualidade, mas essa não é uma missão impossível.
A Nossa Senhora das Graças há 10 anos participa desse mercado com a engorda de 4 mil cabeças por ano. A fazenda consegue atingir 18 arrobas, em 30 meses, duas arrobas a mais que a regra exigida pelos europeus.
A lotação é de três animais por hectare, mais que o dobro da média nacional. André Bartocci, dono da fazenda, acompanhando o serviço de vacinação e brincagem dos animais, o número de cada um deles será registrado no Sisbov (Sistema de Rastreamento de Bovinos), controlado pelo Ministério da Agricultura.
“Os desafios são vários. Daqui pra frente, esta rastreabilidade vai garantir que esses animais consumam somente pastagem e não é simples produzir pastagem e atingir 18 arrobas antes dos 30 meses só com pastagem. A gente precisa trabalhar com alta tecnologia com manejo e pastagem de qualidade, sem a utilização de hormônios e antibióticos, porque a lei pede isso”, diz.
Além do brinco e do boton exigidos pelo Sisbov, eles colocam também um chip, uma espécie de código de barras. Quando eles apontam um bastão na direção do chip, o computador abre todas as informações armazenadas sobre o animal.
A fazenda cultiva diversas variedades de capim, com destaque para a família das braquiárias. O sistema é o de rotação de pastagens, são 30 piquetes de 40 hectares cada um, manejados com cerca elétrica.
Em geral, os bois passam apenas três dias em um determinado piquete e depois mudam para outro, só retornando na primeira área quando o capim estiver no ponto ideal novamente.
Além de ser uma região boa de chuva, o município de Caarapó tem terras planas e solos férteis, por isso, a soja e o milho concorrem com a pecuária, mas não na fazenda Nossa Senhora das Graças, que usa a técnica da integração lavoura e pecuária. As pastagens são renovadas com o plantio de grãos e depois da colheita da soja, eles semeiam o capim para aproveitar o adubo usado na produção dos grãos.
Este trabalho da fazenda foi premiado com a Medalha de Ouro da Embrapa, que instituiu o  programa de Boas Práticas Agropecuárias para incentivar a melhoria da gestão das propriedades.
Assista ao vídeo com a reportagem completa e veja como funciona a mão-de-obra especializada da fazenda, investimento importante para o manejo de uma propriedade como esta.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Nelore Natural amplia número de plantas - via Portal DBO

Programa de Qualidade Nelore Natural (PQNN), parceria com a Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) com o frigorífico Marfrig, contará, até o final de novembro, com mais quatro unidades de abate.

No começo deste mês, as duas plantas de Promissão passaram a integrar o programa. Nesta semana, está prevista a retomada da participação da unidade de Pirenópolis, em Goiás, e até novembro, deve voltar a abater pelo programa a unidade de Chupinguaia, Rondônia. 

Com as adesões, o programa passará a contar com 11 unidades. A parceria, lançada em 2001, conta também com as unidades de Tangará da Serra e Paranatinga (MT), Bataguassu (MS), Paranaíba (MS), Mineiros (GO), Rio Verde (GO), Rolim de Moura (RO). “A expectativa para 2015 é bastante positiva. Com aumento de mais de 50% no número de unidades esperamos aumentar em 40%”, projeta André Locateli, Gerente Executivo da ACNB. 

Ele explica que, nas unidades de Pirenópolis e Chupinguaia, onde o trabalho será retomado após a paralisação das unidades, o número de abates com bonificação deve crescer mais rapidamente, pois os produtores locais já estavam habituados a entregar o produto no padrão exigido.

“No caso de Promissão, primeiro serão arregimentados novos participantes, que serão orientados em relação ao perfil de animal que garante melhor remuneração. Depois de seis meses os resultados serão mais significativos.” Para estas unidades, ele projeta 40 mil animais abatidos até o fim do ano, não necessariamente todas com o padrão do programa. 
 
Nos primeiros oito meses deste ano, foram abatidos pelo programa 480 mil animais, sendo 130 mil classificados dentro dos padrões de qualidade, pelos quais os 570 pecuaristas  participantes receberam bonificação de 1% a 3% sobre o valor da arroba. (Confira reportagem sobre os avanços do programa na DBO 408, de outubro). 
 
Em 2013, o programa registrou o abate de 377.397 animais de 356 pecuaristas. Já em 2012, foram abatidos 357.464 mil animais da raça Nelore de 351 pecuaristas. 
 
PQNN - No Programa de Qualidade Nelore Natural, os técnicos da ACNB visitam as propriedades e acompanham desde o início da produção até a classificação dos animais no momento do abate.

No frigorífico, as carcaças dos animais provenientes das fazendas participantes do PQNN são avaliadas e aquelas que apresentam idade inferior aos limites máximos e que, de acordo com o sexo, se enquadram nos padrões de peso e acabamento, são embaladas com o rótulo da linha "Marfrig Nelore Natural" e o produtor recebe uma premiação pela qualidade do animal.
 
A alimentação dos animais deve ter uma base forrageira e seguir as normas do programa. Para participar, o pecuarista deve ser associado da ACNB.

Fonte: Portal DBO

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Carne Nelore Natural: Onde encontrar?

A carne Nelore Natural, fruto do Programa de Qualidade Nelore Natural (PQNN), é extremamente magra em sua porção vermelha. A gordura que contribui para o sabor está localizada na porção extramuscular, o que oferece ao consumidor a possibilidade da separação no momento do preparo ou do consumo. Originando assim, uma carne mais saudável. 

O PQNN é uma parceria da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) e o Grupo Marfrig. Seja você também um consumidor de Nelore Natural! 

Saiba onde encontrar: