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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Produção da Carne Nelore Natural cresce 340% neste ano


Volume significante da Carne Nelore Natural chega à mesa do consumidor. A produção da carne, em parceria com o grupo Marfrig, aumentou 340% desde o mês de agosto/2015.

A Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), em parceria com a Marfrig Global Foods, anunciou, neste mês, a produção de 201 toneladas da carne Nelore Natural, desde agosto de 2015. A produção atualmente está concentrada na unidade Marfrig em Bataguassu, Mato Grosso do Sul, onde os técnicos da associação acompanham toda a produção, dentro do Programa de Qualidade Nelore Natural.

No mês de agosto a produção de Nelore Natural aumentou 340% em relação aos números alcançados nos meses anteriores. Em agosto foram produzidas 104 toneladas de carne Nelore Natural, já em setembro foram produzidas 97 toneladas. Nos meses anteriores, de janeiro a julho de 2015, o volume total da produção tinha sido de 75 toneladas. O aumento no volume de produção deve-se à readequação da estratégia comercial adotada pela Marfrig para a linha de cortes Nelore Natural, anteriormente focada somente em cortes para churrasco, e agora com a produção ampliada para os demais cortes de traseiro, dianteiro e costela.

Este novo formato de operação foi iniciado através da parceria entre ACNB, Marfrig e Coopercica - rede de supermercados na cidade de Jundiaí (SP). A carne Nelore Natural é proveniente de animais criados a pasto, de forma sustentável, alimentados com capim durante a maior parte de sua vida. Os técnicos da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) monitoram todas as etapas do processo de produção, desde as fazendas até a seleção e embalagem dos cortes.

De acordo com o Presidente da ACNB, Pedro Gustavo de Britto Novis “é de enorme satisfação ver o programa crescer e a carne Nelore Natural chegar à mesa do consumidor com tanta qualidade e um volume significativo para atender a todos”. E completa “vamos trabalhar para aumentar a produção e cada vez mais atender às demandas do mercado”.

A Marfrig Global Foods está fornecendo para as seis lojas Coopercica a carne Nelore Natural. Nas lojas, os clientes encontram uma variedade de cortes Nelore Natural, como picanha, coração de alcatra, maminha, fraldinha, lagarto, patinho, acém, contrafilé, costela, coxão duro, cupim, filé mignon, músculo, paleta e ponta de peito.

Segundo o diretor comercial da Marfrig Beef, Marcelo Proença Cury, a linha Nelore Natural é de alto valor nutricional e muito saudável por apresentar menos gordura e mais vitaminas. “Essa carne tem certificação do Programa de Qualidade Nelore Natural. É extremamente magra em sua porção vermelha e só possui gordura externa ao corte, o que permite a separação no momento do preparo ou do consumo, contribuindo para o seu sabor”, informou Proença.

Para o presidente da Coopercica, Orlando Marciano, com a realização desta parceria é possível oferecer aos cooperados uma carne saudável, com preço compatível ao do mercado. “Quem sai ganhando é o nosso cooperado, que tem ao seu alcance vários tipos de cortes bovinos, de excelente qualidade e saudabilidade”, completou.

Sobre o PQNN
Por meio do PQNN, os pecuaristas associados da ACNB tem a oportunidade de receber premiações sobre o valor da arroba de seus animais da raça Nelore. As premiações variam de acordo com a qualidade dos animais abatidos e classificados. Atualmente cerca de 500 pecuaristas participam do Programa de Qualidade Nelore Natural, em cinco estados brasileiros.

Mais informações para imprensa com Danyella Ferreira imprensa@nelore.org.br (11) 98506-0063

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Diretor da ACNB participa amanhã da Conferência Global sobre Carne Sustentável

A conferência acontece em São Paulo até o dia 5 de novembro



O pecuarista e diretor da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), André Ribeiro Bartocci, participa amanhã, dia 4 de novembro, da Conferência Global Sobre Carne Sustentável, realizada entre os dias 2 e 5, no WTC Center, em São Paulo. A conferência é organizada pela Mesa Redonda Global para a Carne Bovina Sustentável (The Global Roundtable for Sustainable Beef - GRSB) - organização global focada no aperfeiçoamento da sustentabilidade da cadeia da pecuária bovina.

Na ocasião, a organização irá divulgar a definição global de carne sustentável e destacar os mais recentes avanços na sustentabilidade da carne. O tema da conferência "Carne Sustentável: construindo a visão para nosso futuro" estabelece o quadro para a implantação de princípios e critérios da GRSB que a definem e identificam os meios para medir o progresso global na cadeia da carne bovina. A conferência conta com representantes de todo o mundo, entre eles os principais pecuaristas, frigoríficos, varejistas, sociedade civil e indústria, o evento conta também com um fórum para que iniciativas regionais de sustentabilidade possam mostrar seus avanços e resultados.

Na terça-feira, dia 4 de novembro, às 15 horas, o pecuarista e diretor da ACNB, André Ribeiro Bartocci, será responsável por apresentar a pecuária tropical brasileira e seus caminhos, durante o painel "Destacando membros produtores: O Valor da Sustentabilidade".  O painel será ministrado por John Carter, Presidente do Conselho de Administração, Aliança da Terra e terá a participação do engenheiro agrônomo uruguaio Gonzalo Becoña e do Vice-presidente de Assuntos Ambientais da JBS Five Rivers Cattle Feeding nos EUA, Tom McDonald. 

Para mais informações, programação completa e inscrições, visite www.GRSBeef.org.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Coma carne, é saudável e faz bem!


Recentemente uma página do facebook : "Juventude Sustentável " veiculou um material com dados errados sobre os valores de algumas proteínas.

Com o intuito de esclarecer o consumidor, a  Associação dos Criadores de Nelore do Brasil entrevistou o Dr. Sérgio Pflanzer, Pos-Doc em Análise Sensorial de Carne Bovina pela UNICAMP e  Mestre e Doutor em Tecnologia de Alimentos (Qualidade de carne). 

Dr. Sérgio, membro da equipe que desenvolveu a tabela TACO – Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (NEPA-UNICAMP/Ministério da Saúde) esclarece que as carnes são importantes fontes de proteína. E que na carne bovina, existem diferenças nutricionais entre os cortes , quanto mais gordura, menos proteína. E ocorre também diferenças nutricionais discretas entre raças. Raças que depositam mais gordura tem menos proteína.

Além das proteínas, a carne bovina é importante fonte de Vitamina B12 e de minerais como Cobre, Ferro, Potássio e Zinco. Portanto, coma carne. É saudável e faz bem!




segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Alimentos impulsionam IPC-S


 Os itens de Alimentação foram os maiores responsáveis pela aceleração do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) na passagem da quarta quadrissemana de novembro para a primeira quadrissemana de dezembro, informou nesta segunda-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Nesse período, o grupo Alimentação passou de 0,53% para 0,86%, enquanto o índice geral passou de 0,45% na quarta quadrissemana de novembro para 0,63% na primeira quadrissemana de dezembro. 

Nessa classe de despesa, destacaram-se os itens hortaliças e legumes (de -9,43% para -4,51%) e carnes bovinas (de -0,02% para 0,59%). Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Educação, Leitura e Recreação (de 0,72% para 1,21%); Habitação (de 0,59% para 0,77%); Despesas Diversas (de 0,34% para 0,61%); Transportes (de 0,03% para 0,09%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,42% para 0,43%). 

Na lista das cinco maiores influências positivas no IPC-S estão os itens tarifa de eletricidade residencial (de 2,10% para 2,76%), refeições em bares e restaurantes (de 0,95% para 0,93%), passagem aérea (de 11,30% para 22,01%), móveis para residência (de 1,89% para 1,85%) e aluguel residencial (de 0,49% para 0,52%). Por outro lado, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Vestuário (de 1,02% para 0,90%) e Comunicação (de 0,04% para 0,03%). 

Na lista das cinco maiores influências negativas estão os itens tomate (de -26,15% para -12,67%), automóvel usado (de -0,56% para -0,76%), cebola (de -10,43% para -8,93%), batata-inglesa (de -3,90% para -3,69%) e gasolina (de -0,04% para 0,25%).

A próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o dia 15, será divulgada no dia 17.
Fonte: FGV /Agência Estado.




sábado, 8 de dezembro de 2012

Artigo: O inferno vai congelar antes de eu desistir da carne


Dan Murphy, jornalista e comentarista da indústria de alimentos, publicou sua visão sobre o consumo de carne baseado no artigo “Pesquisador afirma que carne pode ser essencial”, escrito pelo colunista W. Gifford Jones no Winnipeg Free Press, do Canadá. 

“O inferno vai congelar antes de eu desistir da carne”. Assim começa o intrigante artigo, onde Jones disse ter encontrado “um aliado, o professor Duo Li, da Universidade Zhejiang em Hangahou, na China”. Li reportou sua pesquisa quantificando o valor de comer carne no Journal of Agriculture and Food Chemistry.

A pesquisa de Li ressalta que as dietas vegetarianas são geralmente carentes em ferro, zinco, vitamina B12 e ácidos graxos essenciais ômega-3, todos necessários para uma boa saúde cardiovascular. Do outro lado da moeda, o grande consumo de vegetais tende a aumentar a produção de plaquetas sanguíneas, que têm um papel essencial na coagulação normal do sangue. Porém, em excesso, aumentam o risco de formar coágulos sanguíneos perigosos que podem causar fatalidades se instalarem-se em artérias coronárias ou causar derrames graves se forem para o cérebro.
O consumo de vegetais também produz um aumento na quantidade de homocisteína no sistema circulatório, o que tem sido associado com um maior risco de doenças cardíacas. O estudo de Li também mostra que uma dieta vegetariana rígida resulta em uma menor quantidade de lipoproteína de alta densidade, também chamada de colesterol “bom”, também um fator de risco para doenças cardiovasculares.

Apesar dos defensores da indústria, pesquisadores e nutricionistas trabalharem para disseminar a ideia de uma dieta balanceada que inclua alimentos de origem animal para acrescentar proteína de qualidade e vitaminas frequentemente carentes em alimentos processados, a cobertura da mídia peca sobre questões de alimentos e nutrição. Por exemplo, a quantidade recomendada diária para ferro é de 18 miligramas, ainda que a dieta típica norte-americana contenha somente cerca de 6 mg.

Além de referências superficiais para “garantir que você tenha ferro suficiente” em dicas online para mulheres gestantes, raramente há informações sobre a séria deficiência nutricional dos americanos que é estimulada por informações sobre dietas vegetarianas como solução para quase todas as doenças crônicas que existem. Além disso, a carne contém vitaminas, quantidades significantes de zinco, um nutriente essencial para o crescimento adequado e para o funcionamento metabólico – e também carente na maioria das dietas típicas.

Comer uma quantidade moderada de carne magra – bovina, suína e de frango – certamente faz sentido nutricionalmente. Como disse Jones: “Faz mais sentido do que uma dieta totalmente vegetariana. Afinal, os humanos têm apreciado carne desde que os homens das cavernas descobriram que essa poderia mantê-lo e sua companheira vivos”.

Mas, e o colesterol? Mesmo a ciência comprovando que o humano típico produz dois terços do colesterol requerido pelo corpo – ainda muitas pessoas consideram qualquer coisa contendo colesterol como “ruim”. É por isso, segundo Jones, que milhões de pessoas mudaram o consumo de carnes vermelhas para frango e peixe. Um bife típico de 170 gramas contém somente 146 miligramas de colesterol. O que, infelizmente, é um número sem sentido para qualquer pessoa que não conheça nutrição humana.

Um dos fatos mais interessantes para se usar quando estiver argumentando com seus amigos vegetarianos: a carne – particularmente a bovina – é uma das principais fontes dietéticas da coenzima Q10 (Co-Q10). Coração, fígado e rins também são excelentes fontes, assim como sardinhas, mas os americanos não estão dispostos a de repente adotar órgãos ou peixes como pratos de jantar, de forma que a carne bovina continua sendo a fonte mais provável de CoQ10 para a maioria dos consumidores.

Isso é importante, porque a CoQ10, que é similar a uma vitamina, é produzida pelo corpo, encontrada em virtualmente todas as células e serve como catalisador na produção da energia metabólica. A CoQ10 também funciona como um antioxidante para proteger os órgãos vitais – especialmente o coração – de danos a nível celular. O Instituto Nacional do Câncer  fez uma pesquisa sobre a CoQ10 como um suplemento clínico para uso em tratamentos anticâncer.

A carne bovina é uma boa fonte desse nutriente vital, apesar do cozimento desnaturar a CoQ10. A questão é muito simples: coma carne e prospere. Nutricionalmente falando, de qualquer maneira.

Fonte: Drovers, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.