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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Nova tabela de premiação do Programa de Qualidade Nelore Natural começa a operar amanhã!

A Associação dos Criadores de Nelore do Brasil junto com o Grupo Marfrig realizaram algumas mudanças para firmar a parceria do Programa de Qualidade Nelore Natural (PQNN) em 2014. Além dos ajustes na tabela de premiação, a entidade e o grupo frigorífico assinaram durante a Nelore Fest, em dezembro passado, um termo de intenções de expandir o programa para todas as unidades do Marfrig no país.
Através do PQNN, os pecuaristas associados da ACNB tem a oportunidade de receber premiações sobre o valor da arroba de seus animais da raça Nelore. Técnicos da associação visitam as propriedades, verificam o cumprimento das normas do Programa, acompanham os abates e orientam os produtores a fim de que eles alcancem maiores premiações.


Entre as principais alterações, a nova tabela deixa de premiar a categoria “Vaca Nelore”, não exige mais o índice de classificação mínimo no lote para o pagamento da premiação, e aumenta o prêmio para machos pesados e com boa terminação de gordura.

Confira abaixo a tabela:


Nas unidades Marfrig de Tangará da Serra (MT), Paranatinga (MT), Bataguassu (MS), Paranaíba (MS) e Mineiros (GO), a nova tabela substitui a vigente, a partir de 1° de fevereiro. Nesta mesma data, as unidades de Rio Verde (GO) e Rolim de Moura (RO) retomam a operação do Programa Nelore Natural, com a nova tabela.
Lançado em 2001, o PQNN tem como objetivo fornecer ao mercado uma carne bovina com identificação de origem e qualidade controlada, proporcionando assim, maior transparência e conforto aos consumidores.

A alimentação dos animais é baseada em forrageiras, eles são classificados de acordo com as normas do programa, no momento do abate, e na desossa os cortes são selecionados para serem embalados com o selo Nelore Natural.
A carne possui baixo teor de gordura em sua porção vermelha. Devido às características da raça, a gordura depositada na porção extramuscular, oferece ao consumidor a possibilidade da separação no momento do preparo ou do consumo, tornando a carne mais saudável. Em 2013 foram produzidas cerca de 1.000 toneladas de carne Marfrig Nelore Natural.

Mais informações para imprensa com:
Danyella Alves Ferreira
Gerência  de Comunicação Nelore do Brasil
(11) 9 8506-0063 / imprensa@nelore.org.br


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Ministro da Agricultura acredita que embargo da Rússia a frigoríficos brasileiros é temporário

O embargo que a Rússia iniciou na quarta-feira (02/10) contra dez frigoríficos brasileiros é fruto de um “desentendimento” entre o serviço sanitário russo e o governo brasileiro, disse o ministro da Agricultura, Antonio Andrade, na cerimônia de abertura da Semana Nacional da Carne Suína, realizada na capital paulista.

“Achamos que tínhamos atendido a todas as reivindicações dos russos”, afirmou Andrade, referindo-se aos questionamentos feitos pelo russos durante a missão sanitária realizada no Brasil em julho. Diante disso, o ministro confia que as restrições da Rússia à nove unidades de bovinos e uma planta de suínos serão apenas “temporárias”.

Para amenizar o embargo, o Ministério da Agricultura ofereceu, durante as negociações com os russos, “trocar” os frigoríficos suspensos pela habilitação de outras unidades do país, afirmou Andrade. Com isso, a Rússia vetaria as unidades que avalia não cumprir as exigências sanitárias, mas liberaria a exportação de outros frigoríficos brasileiros. Por enquanto, a proposta não vingou.

Apesar disso, o ministro disse acreditar que não haverá impacto nas exportações de carnes do Brasil, uma vez que as empresas poderão exportar para os russos a partir de outras unidades que ainda estão autorizadas a exportar. A Rússia é o segundo principal destino das exportações de carne bovina do Brasil.

A despeito do otimismo, Andrade admitiu “problemas financeiros” na área sanitária. Segundo ele, o ministério não fez repasses neste ano para as agências estaduais de defesa sanitária. O ministro disse que o convênio com as agências foi interrompido na gestão do ministro Mendes Ribeiro (PMDB-RS) por problemas orçamentários.

Apesar da falta de repasses, Andrade garantiu que as atividades de defesa sanitária sob responsabilidade dos Estados não foram “descontinuadas” e que um novo convênio com as agências de defesa será firmado neste mês. Por meio desse novo convênio, afirmou, o ministério repassará R$ 150,8 milhões por ano para as agências estaduais.



terça-feira, 3 de setembro de 2013

Rússia habilita novos frigoríficos brasileiros


Dois frigoríficos brasileiros, do Estado do Pará, foram aprovados a exportar carne bovina para a União Aduaneira de Belarus, Cazaquistão e Rússia. Os embarques podem ter início imediatamente. 

Além disso, com o intuito de estreitar ainda mais as relações comerciais entre Brasil e Rússia, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), participa de 16 a 19 de setembro de 2013, da 22ª World Food Moscow. Neste ano, 19 empresas foram selecionadas e a participação brasileira será focada nos setores de carnes (oito frigoríficos) e de frutas. 

Para o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Marcelo Junqueira, a notícia ratifica a boa relação que há entre o Brasil e a Rússia, bem como o efetivo trabalho do Ministério da Agricultura. De janeiro a julho de 2013, o Brasil exportou US$ 700,8 milhões de carne bovina para a Rússia.
Fonte: Mapa


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

JBS conclui aquisição de ativos do frigorífico Independência


O grupo JBS, maior processador de proteína animal do mundo, informou nesta quinta, dia 31, que concluiu a aquisição de alguns ativos que pertenciam ao frigorífico Independência, que estava em recuperação judicial desde maio de 2009. A JBS ofereceu R$ 268 milhões pelos ativos da empresa em abril de 2012.

A aquisição inclui quatro unidades frigoríficas em Nova Andradina (MS), Campo Grande (MS), Senador Canedo (GO) e Rolim de Moura (RO). A compra também se estende para dois curtumes em Nova Andradina (MS) e Colorado do Oeste (RO), e dois centros de distribuição e armazéns em Cajamar (SP) e Santos (SP). A compra foi aprovada, por unanimidade, pelos membros do conselho de administração da empresa, em reunião realizada na quarta, dia 30.



sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Minerva faz pagamento antecipado


Fortalecida pelos recursos captados com a emissão de ações no fim do ano passado, a Minerva Foods, terceira maior processadora de carne bovina do Brasil, vai quitar antecipadamente uma dívida de R$ 200 milhões, num processo em que a companhia prevê economizar R$ 50 milhões em juros.

A dívida de R$ 200 milhões se refere às debêntures emitidas pela Minerva em julho de 2010. Estes títulos venceriam em julho de 2015. Até lá, a empresa faria duas amortizações parciais, em 2012 e 2014, além do pagamento de juros a cada semestre. "Estamos fazendo exatamente aquilo que estava escrito quando anunciamos a emissão", disse o diretor financeiro da Minerva, Edson Ticle.

Conforme o executivo, a empresa gastaria R$ 20 milhões por ano caso não fizesse o resgate antecipado das debêntures. Como ainda restam 2,5 anos até o vencimento final dos títulos, a conta com juros seria de R$ 50 milhões.

Para quitar as debêntures, a empresa usará parte dos recursos da emissão de ações do fim do ano passado, na qual obteve R$ 400 milhões em recursos líquidos, segundo Ticle. A Minerva se comprometeu a usar 65% dos recursos captados na emissão para equilibrar sua estrutura de capital e reduzir a relação entre dívida líquida e Ebitda, que chegava a 3,7 vezes ao final de setembro. Com a emissão, o índice de alavancagem cairá para 2,8 vezes.

Além de antecipar o pagamento das debêntures, a emissão de ações permitiu ao Minerva amortizar outras dívidas. "Tinhamos outras dívidas mais curtas, como ACCs com taxas mais altas", disse Ticle. Fonte: Valor Econômico


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Ações dos frigoríficos voltam a subir, após efeito "vaca louca"


Um mês após o Brasil comunicar ao mundo a primeira ocorrência de "vaca louca" de sua história, a repercussão do caso para os frigoríficos de carne bovina é praticamente nula. 
Ao que parece, o mercado de ações se recuperou do susto inicial com a notícia da temida doença. No comércio exterior, as barreiras até agora levantadas se restringem a mercados pouco representativos, incapazes de prejudicar o momento favorável das exportações de carnes brasileiras.

Na BMF&Bovespa, as ações dos frigoríficos caíram nos primeiros dias após a divulgação da doença. A empresa mais penalizada foi a Minerva Foods, terceiro maior frigorífico de carne bovina do país. Entre 6 e 12 de dezembro, ações da companhia desabaram 10,9%. Na mesma comparação, a JBS caiu apenas 1,9%. Na Marfrig, os papéis recuaram até o dia 11 de dezembro, acumulando baixa de 3,5%.

A magnitude da queda da Minerva nos primeiros dias é explicada por sua exposição à produção de carne bovina no Brasil - maior parte da sua receita vem do abate realizado aqui. Além disso, o frigorífico é o único que não atua em outras proteínas, como carne de frango e suína. A dependência das exportações para a empresa também determinou o queda. A Minerva obtém cerca de 70% de sua receita com as vendas ao exterior.

Mas os investidores se acalmaram, as perdas dos primeiros dias na bolsa foram zeradas e os frigoríficos encerraram o primeiro mês após a confirmação do caso de "vaca louca" no campo positivo. Nos 30 dias encerrados ontem, as ações da Minerva Foods subiram 3,42%; as da JBS, 8,72% e as da Marfrig, 6,98%.

Nas exportações, os números também são favoráveis. Em dezembro, o Brasil obteve US$ 389,1 milhões com as vendas externas de carne bovina in natura, crescimento de 24,1% sobre o montante registrado no mesmo mês de 2011, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Em volume, somaram 83,7 mil toneladas no mês passado, 32,6% superior ao verificado em dezembro de 2011.

O salto das exportações demonstra que os embargos tiveram pouco efeito. Até agora, Japão, China, Coreia do Sul, Peru, África do Sul, Arábia Saudita e Taiwan proibiram a entrada de carne de todo o território brasileiro. Jordânia e Líbano vetaram a do Paraná. Juntos, esses mercados representam cerca de 5% das exportações do país.

Sendo assim, as perspectivas para os frigoríficos brasileiros de carne bovina continuam positivas. Num estudo recente, o Rabobank traçou um cenário favorável, com forte demanda por exportações, alta dos preços da carne bovina e ampla oferta de boi gordo. Nas exportações, o Brasil é beneficiado pela debilidade dos EUA e da União Europeia, que convivem com restrição de oferta de carne.

Para o Rabobank, os problemas na oferta global de carne bovina devem beneficiar o consumo de frango neste ano. Depois de sofrerem em 2012 com a forte alta dos grãos usados na ração animal, empresas como BRF- Brasil Foods e Seara (do grupo Marfrig) viraram o ano com os preços de seus produtos em patamares recordes. Em contrapartida, farelo de soja e milho apresentam tendência de leve queda, segundo o banco holandês. Se forem disciplinadas no aumento de produção e as exportações se aceleraram, 2013 será positivo. Fonte: Da Redação com informações do Jornal Valor Econômico





terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Mapa prepara visita da delegação brasileira à Rússia


Secretário do ministério discutirá liberação das vendas de carnes de estabelecimentos brasileiros

Com o objetivo de preparar a visita da delegação brasileira à Rússia, o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura (Mapa), Célio Porto, se reúne nesta quarta-feira, 12 de dezembro, com o diretor do Serviço Federal de Fiscalização Veterinária e Fitossanitária russo (Rosselkhoznadzor), Sergey Dankvert, em Moscou.

Célio Porto discutirá a liberação das vendas de frigoríficos brasileiros considerados aptos pela missão veterinária russa que esteve no Brasil em agosto deste ano. Após 17 meses de negociação, em novembro, o serviço sanitário da Rússia suspendeu o embargo das carnes exportadas dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso. Um dos assuntos pautados será a sistemática quanto ao uso de ractopamina.

O ponto alto da visita ao país europeu será o encontro da presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, e do presidente da Rússia, Vladimir Putin, no próximo dia 14 de dezembro. “A visita da presidente Dilma ao país europeu é uma oportunidade política e de negociações de alto nível para se obter o gesto concreto quanto à suspensão do embargo”, afirmou o secretário de Relações Internacionais, Célio Porto.