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quarta-feira, 3 de junho de 2015

ACNB convida você para o Circuito Expocorte 2015 em Campo Grande (MS)

Nelore do Brasil convida os associados para participar do circuito nos dias 29 e 30 de julho. A inscrição é gratuita!

A segunda etapa do Circuito EXPOCORTE de 2015 acontece nos dias 29 e 30 de julho no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A Associação dos Criadores de Nelore do Brasil é parceira do circuito e convida todos os associados para participar desta etapa.

As inscrições deverão ser feitas através do e-mail imprensa@nelore.org.br com o título Circuito Expocorte e no corpo do e-mail os dados: 

NOME COMPLETO, CPF, E-MAIL e ENDEREÇO COMPLETO com CEP.


Comunicação ACNB

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Pecuaristas terminarão 5 milhões de cabeças em confinamento, estima Rally da Pecuária 2015

Projeção pré-Rally aponta crescimento de 400 mil cabeças terminadas nesse sistema; equipes avaliarão indicadores de oferta de animais para abate, quantidade de bezerros no próximo ciclo e produção estimada de carne


São Paulo, 23/04/2015 – Estimulados pela boa perspectiva de preços e pela necessidade de elevar o nível tecnológico da produção, pecuaristas brasileiros deverão terminar 5 milhões de cabeças em confinamento em 2015, o que representa um acréscimo de 400 mil cabeças em relação ao ano passado, segundo projeção pré-Rally da Pecuária 2015 feita pela Agroconsult, organizadora do projeto em parceria com a Sociedade Rural Brasileira (SRB). “A oferta total de animais abatidos no Brasil vai aumentar, mas ainda assim será inferior à demanda”, afirma Maurício Palma Nogueira, coordenador do Rally.

Principal levantamento técnico das condições da bovinocultura nas regiões produtoras do país, o Rally da Pecuária vai a campo a partir deste domingo, dia 26 de abril, com o objetivo de realizar uma avaliação completa, in loco, das áreas de cria, recria, engorda e confinamento. Seis equipes técnicas irão medir a quantidade de animais confinada em 2014, a intenção de confinamento para este ano, a oferta de animais de reposição, gado para abate e as condições das pastagens, fazendo amostras e avaliações aleatórias de mais de 500 pastos diferentes.

Nogueira explica que a oferta atual de animais para abate e, principalmente, nas categorias de reposição, está em níveis muito baixos. “O comprador de bezerros e de bois magros fica receoso em investir, pois não sabe como o mercado do boi gordo se comportará nos próximos meses. Nosso objetivo é medir indicadores zootécnicos, especialmente os da cria, para estimar a oferta ao longo do ano e a quantidade de bezerros para o próximo ciclo”, complementa.

As equipes visitarão propriedades no Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Pará, Mato Grosso, Rondônia e Acre mapeando e fotografando pastagens, para obter informações como homogeneidade do pasto, volume de massa, população de plantas, altura do capim, presença de erosão, plantas invasoras, além de um histórico de utilização dessas pastagens relatado pelos pecuaristas. “As áreas visitadas respondem por mais de 83% do rebanho bovino nacional e 90% da produção de carne”, explica André Pessôa, sócio diretor da Agroconsult.

Em encontros agendados com cerca de 120 pecuaristas, técnicos do Rally conduzirão entrevistas para levantar, entre outros dados, áreas de pastagem e de agricultura em cada propriedade, total de cabeças de gado, estratégias nutricionais, confinamento, índices de fertilidade, natalidade e mortalidade, manejo sanitário e de pastagens e comercialização de animais.

No total, serão percorridos cerca de 60 mil quilômetros, com a realização de 13 encontros, sendo 7 eventos regionais para discussão de tendências de mercado, cenários e iniciativas para aumentar a rentabilidade na pecuária, e 5 eventos no formato do Circuito Rural, que acontecerão sempre entre 13h30 e 19h. Além das tendências de mercado, o Circuito Rural discutirá com os pecuaristas temas como: “21 arrobas em 24 meses: conheça o boi 7-7-7”; controle de invasoras e pastagens de alto desempenho; correção, fertilização e garantia da longevidade das pastagens; crédito, financiamento e linha ABC para a pecuária; a sucessão familiar no contexto da modernização contínua da gestão na fazenda; custos, resultados e tendências da aplicação de tecnologia na pecuária.

“Um dos principais desafios da pecuária moderna é a necessidade de produzir mais com menos. Esse conceito de sustentabilidade passa pela intensificação dos sistemas de produção”, explica Gustavo Diniz Junqueira, presidente da Sociedade Rural Brasileira. Durante os levantamentos do Rally será dada especial atenção a agricultores interessados no sistema de integração com pecuária.

Realizado pela Agroconsult em parceria com a Sociedade Rural Brasileira, o levantamento técnico é patrocinado por Dow AgroSciences, Volkswagen, Fertilizantes Heringer, Phibro Animal Health, Banco do Brasil, com apoio da FIESP, AgroSatélite, AgroIpes, Associação Nacional dos Confinadores (ASSOCON) e Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). 


O trabalho das equipes e o roteiro completo da expedição poderão ser acompanhados pelo site www.rallydapecuaria.com.br, com informações atualizadas diariamente pelo www.twitter.com/RallydaPecuaria  e www.facebook.com/rallydapecuariaoficial

Locais e datas de eventos:

Santa Maria (RS) 2ª feira, 27 de abril 
Umuarama (PR) 4ª feira, 29 de abril 
Campo Grande (MS) 2ª feira, 4 de maio 
Dourados (MS) 5ª feira, 7 de maio 
Presidente Prudente (SP) 6ª feira, 8 de maio
Uberaba (MG) 2ª feira, 11 de maio 
Goiânia (GO) 4ª feira, 20 de maio 
Araguaína (TO) 2ª feira, 25 de maio 
Redenção (PA) 5ª feira, 28 de maio 
Alta Floresta (MT) 3ª feira, 2 de junho 
Juara (MT) 6ª feira, 12 de junho 
Ji Paraná (RO) 2ª feira, 15 de junho 
Rio Branco (AC) 5ª feira, 18 de junho

Informações à Imprensa:
Ana Carolina Silveira / Angela Gusikuda
(19) 3305-2887/(19)9 9791-8261
carol@carolsilveira.com.br ; angela@carolsilveira.com.br

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Pecuária no rumo certo

(Artigo de Maurício Palma Nogueira que é Engenheiro agrônomo; O Estado de S.Paulo, 21/4/15) 

A pecuária é uma das atividades mais criticadas por quem se preocupa com questões ambientais e sociais. A preocupação é legítima e a pressão da sociedade é fundamental para acelerar o processo de adaptação do setor produtivo a um mundo cada vez mais populoso e sedento por qualidade de vida. Os supostos efeitos negativos da pecuária brasileira, porém, são frequentemente superestimados.
 
Um exemplo são as emissões de metano e gás carbônico pelos bovinos. Em média, um bovino emite 53 kg de metano e 50 kg de gás carbônico (CO2) por ano. Em 2014 o Brasil manteve um rebanho de 208 milhões de cabeças, emitindo 11 milhões de toneladas de metano e 10,4 milhões de toneladas de gás carbônico.
 
Há controvérsias com relação à equivalência de metano em gás carbônico. Dados mais antigos apontam que cada molécula de metano equivale a 21 moléculas de gás carbônico, enquanto outros estudos mais recentes indicam que na atmosfera e sofrendo o efeito de outros gases essa equivalência cairia para apenas 6 moléculas de CO2. O equivalente em gás carbônico é a unidade padrão para referência.
 
Considerando a equivalência de 21 moléculas, em 2014 a pecuária brasileira teria emitido 240 milhões de toneladas em equivalente gás carbônico. Esse cálculo, no entanto, desconsidera a contribuição das pastagens no sequestro de carbono.
 
Incapaz de consumir toda a forragem disponível na área, o bovino acaba ingerindo apenas as folhas, especialmente as mais novas e tenras. Mesmo com bons manejos, os bovinos a pasto retiram apenas 30% a 40% da matéria seca disponível. O restante volta ao solo como material morto, reiniciando o processo de ciclagem de nutrientes. Serve também como cobertura vegetal, mantendo a umidade e a temperatura do solo.
 
Grosso modo, o que cresce acima do solo cresce também abaixo. E as raízes não são standard nas touceiras de pastagens. A cada ciclo de produção quase todo o volume precisa ser refeito, aumentando ainda mais a massa vegetal incorporada ao solo e, com isso, a capacidade de armazenamento de carbono. Em pastagens bem manejadas, tais ciclos são de 25 a 30 dias na época das chuvas e em torno de 60 a 90 dias na época da seca.
 
Quando contabilizamos essa reciclagem da forragem não consumida (parte aérea e raízes), conclui-se que o sistema produtivo compensa todas as emissões dos bovinos. Com base na composição da matéria vegetal e na dinâmica da relação entre carbono e nitrogênio no processo de humificação do solo, é possível estimar que as pastagens sequestrem três a cinco unidades equivalentes de CO2 para cada unidade emitida pelos bovinos. Atualmente o rebanho brasileiro ocupa 168 milhões de hectares de pastagens, com capacidade de absorver mais de 720 milhões de toneladas em equivalentes gás carbônico.
 
A quantificação exata do volume sequestrado no sistema produtivo ainda precisa ser identificada por pesquisas a campo nos diferentes níveis de tecnologia da pecuária. Mas é inegável a existência de um saldo positivo quando se considera a relação entre pastagens e bovinos. Esse saldo tem sido chamado de emissões líquidas de carbono.
 
Confirmando-se o volume sequestrado de carbono, a bovinocultura passaria da condição de emissora a neutralizadora de carbono, com o saldo passando dos 480 milhões de toneladas em equivalentes gás carbônico. O que é considerado passivo ambiental, portanto, passaria a contar como ativo, melhorando o balanço das emissões brasileiras.
 
Apesar das diversas críticas ao sistema de produção a pasto do Brasil, do ponto de vista ambiental esse modelo de produção é mais eficiente que o adotado nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, a terminação em confinamento é usada estrategicamente para corrigir a diferença entre a produção das pastagens nos diferentes períodos do ano. Entre 70% e 80% da produção das pastagens se dá no período chuvoso. A essa diferença se dá o nome de "curva de estacionalidade". Sempre que aumentar a produtividade no período de chuvas, haverá a necessidade de aumentar a quantidade de animais que terminam em confinamento.
 
Mesmo que o desempenho animal do tipo de bovino e da alimentação usada na pecuária brasileira seja inferior ao europeu e ao norte-americano, é essencial evitar a armadilha de querer copiar modelos da pecuária de clima temperado para o clima tropical. Por muitos anos esse foi o grande erro da agricultura. Erro que começou a ser corrigido em meados da década de 1970 com o advento do plantio direto; o País adaptou o sistema de produção e é hoje o único detentor de tecnologia para a produção nos trópicos. O mesmo raciocínio vale para a pecuária.
 
Considerando apenas a área de pastagens, de acordo com dados da FAO, a pecuária brasileira é 30% mais produtiva que a norte-americana. Se incluirmos toda a área de milho e soja para os confinamentos, concluiremos que a eficiência da pecuária brasileira é ainda maior em relação à dos EUA. O mesmo na comparação com a Europa.
 
Ainda assim, no Brasil todos os players da bovinocultura são conscientes da necessidade de implementar tecnologia em ritmo ainda mais acelerado do que nos últimos dez anos. E os benefícios do aporte tecnológico são incontestáveis. Se produzíssemos o volume atual de carne bovina com a mesma produtividade da década de 1990, teríamos de ter desmatado outros 250 milhões de hectares.
 
É fundamental informar corretamente o público com relação à pecuária que vem sendo conduzida no Brasil, cada vez mais sustentável. Caso parcela da sociedade decida alterar o seu hábito de consumo, orientada por desinformações - sugerindo a associação entre a pecuária e problemas ambientais -, o único efeito prático será o atraso no processo de aporte tecnológico, o aumento dos custos nas empresas relacionadas e o impacto direto na vida das cerca de 6,75 milhões de pessoas que vivem, direta e indiretamente, da bovinocultura.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Novos mercados auxiliam saldo expressivo das exportações

O crescimento no comércio internacional do agronegócio brasileiro consolida a posição do país como um dos maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo. Nos últimos doze meses, de novembro/2012 a outubro/2013, as exportações do agronegócio alcançaram US$ 101,36 bilhões, o que representa crescimento de 5,2% sobre os doze meses anteriores.

Entre os motivos que explicam o crescimento do setor está a ampliação de mercados para a compra de produtos agropecuários brasileiros. A China, por exemplo, apesar de ser o principal destino da soja produzida no Brasil, tem mostrado interesse em outras culturas. Em 2013, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena da República Popular da China (Aqsiq) assinaram um protocolo que permite a exportação de milho brasileiro para a China. Nos últimos anos, os chineses importam volumes crescentes do cereal e o Brasil pretende ser um dos maiores fornecedores.

Outro exemplo positivo é a Rússia, que este ano autorizou o acesso de carne de equídeos ao habilitar dois estabelecimentos brasileiros para exportação. “Esta é uma grande conquista, pois nos últimos 15 anos não havia registro de exportações de carne equina para o mercado russo”, explica o secretário de Relações Internacionais do Mapa, Marcelo Junqueira.

O Japão, após sete anos de negociações, autorizou a exportação de carne suína proveniente de Santa Catarina. As negociações começaram em 2006 e a conclusão do processo tem impacto positivo para a economia regional. As exportações de carne suína para os japoneses podem beneficiar fortemente o segmento no Brasil.

Ainda quanto às exportações de carne, os mexicanos aceitaram este ano as garantias sanitárias do Brasil e, pela primeira vez, o país vai exportar carne e ovos férteis de frango para o México. As negociações fazem parte da estratégia do governo federal para a abertura de novos mercados. A expectativa é de que em 2014 essa abertura seja significativa e proporcione um aumento ainda maior nas exportações dos produtos do agronegócio brasileiro.

Em relação às frutas, o Chile está em fase final para a abertura de importação de melão e melancia. Uma missão técnica, composta por três representantes chilenos do Ministério da Agricultura do país, esteve na região que engloba o Rio Grande do Norte e Ceará e constatou a eficiência dos trabalhos realizados na manutenção do status fitossanitário de ausência da praga Anastrepha grandis (mosca-das-frutas). O Ministério da Agricultura segue trabalhando para a conquista de novos e importantes mercados.



segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Exportações de carne bovina brasileira somam US$ 6 bi

O Brasil bateu em novembro uma marca histórica. As exportações de carne bovina brasileira atingiram US$ 6 bilhões em faturamento pela primeira vez, superando a meta prevista para 2013 a um mês do fechamento do ano. A expectativa é de que, computados os dados de dezembro, as transações superem o valor de US$ 6,5 bilhões – o que equivaleria a aproximadamente 15% de crescimento na comparação com os US$ 5,7 bi faturados em 2012. Em volume, o país já superou a marca de 1,35 milhão de toneladas destinadas a mais de 130 países.

De acordo com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, o resultado mostra a confiança dos parceiros comerciais na qualidade de inspeção dos produtos brasileiros. “O serviço sanitário brasileiro faz um trabalho exemplar, garantindo que as regras de fiscalização de alimentos produzidos no país sejam cumpridas à risca. Esse fator tem garantido segurança aos nossos compradores, que sabem que adquirem produtos de qualidade. Não à toa estamos entre os principais exportadores de carne bovina do mundo”, destacou. 

Antônio Andrade ainda ressaltou a importância das negociações com o mercado russo este ano, que possibilitaram a retirada de suspensões temporárias impostas a estabelecimentos brasileiros entre 2009 e 2012.

Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), Antônio Camardelli, um dos principais fatores para o crescimento das exportações do produto foi a ampliação da demanda de mercados como Hong Kong, que lidera o ranking anual dos mercados que mais importam carne do Brasil. “Nós também tivemos um incremento importante nas negociações efetuadas para a Venezuela e países do Oriente Médio, como Irã e Israel”, explica. De acordo com os dados mais recentes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o Brasil será o maior exportador de carne bovina este ano, à frente da Índia e da Austrália.

Fiscalização
A garantia da qualidade da carne brasileira passa por um rigoroso processo de inspeção feito pelos serviços sanitários oficiais. No caso do produto para exportação – também disponível para o consumidor brasileiro, a fiscalização é feita pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF).

O SIF tem o controle da origem dos produtos. Cada animal abatido é fiscalizado por uma equipe do Mapa, composta por veterinários e auxiliares, além de profissionais contratados pela própria empresa. Em caso de detecção de irregularidades no procedimento de colocação do SIF, o processo de produção é interrompido, há a autuação do estabelecimento e a avaliação do risco para a produção, sendo retomado quando a empresa apresentar um plano de prevenção.

As vistorias nesses estabelecimentos por fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) são diárias e já começam antes do início da produção. Dados do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) apontam para 278 os abatedouros com SIF no país. No ano passado, os produtos de origem animal apresentaram elevados índices de conformidade (90,51%). No período, foram analisadas 75.020 amostras de produtos de origem animal, sendo que 94% apresentaram conformidade com os padrões legais vigentes.

O Serviço de Inspeção Federal atua junto a cada estabelecimento, exigindo as boas práticas de fabricação e examinando os animais, antes e após a sua morte, descartando quaisquer produtos que sejam considerados impróprios para consumo.

Imagem: MAPA 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Brasil e França vão assinar protocolo de cooperação agrícola

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, se reuniu nesta terça-feira, 12 de novembro, com o embaixador francês no Brasil, Denis Pietton, para discutir a assinatura de um protocolo de entendimento entre os dois países.
 
O documento trata da cooperação no campo da agricultura entre os dois países, troca de informações e experiências sobre as políticas implementadas nas mais diversas áreas, como sustentabilidade da produção agropecuária, integração agricultura-pecuária-floresta, agroecologia e produção orgânica.
 
O embaixador Pietton disse que no dia 12 de dezembro o presidente da França, François Hollande, estará no Brasil em reunião com a presidenta Dilma Rousseff e gostariam que nesta oportunidade o protocolo fosse assinado. “Estabelecer este protocolo será uma grande parceria entre os dois países”, relatou.
 
Antônio Andrade afirmou que o protocolo será assinado na ocasião da visita da autoridade francesa e que é também de interesse do Brasil estabelecer esta parceria com a França. “Nos colocamos à disposição para esta cooperação. O protocolo será assinado e manteremos boas relações comerciais e de cooperação nesta área”, colocou Andrade.


Antônio Andrade recebeu o embaixador francês, Denis Pietton, nesta terça-feira / Imagem MAPA 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Missão chinesa fará visita ao Brasil

Semana passada, em reunião com o ministro da Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena da República Popular da China (Aqsiq), Zhu Shuping, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, tratou de temas de interesse do agronegócio brasileiro.

Andrade pediu a remoção do embargo da carne bovina brasileira, além da habilitação de estabelecimentos brasileiros de carne de aves e suínos, já vistoriados e aprovados pelo serviço veterinário chinês, restando apenas a liberação destes. Outro pedido foi a revisão da suspensão das exportações brasileiras de alimento para animais, "visto que apenas uma empresa foi incorreta, mas todo o setor foi punido".

O ministro chinês anunciou que dará prioridade quanto a questão do embargo da carne bovina brasileira. Para resolver as pendências, a China pretende enviar uma missão técnica ao Brasil, com data ainda a ser acordada.

“A cooperação entre Mapa e Aqsiq é baseada em uma amizade profunda e pessoal, por isso as relações sino-brasileiras estão em seu melhor momento”, colocou Shuping, finalizando que cooperação entre os dois países tem se intensificado, especialmente com a realização da Comissão Sino-Brasiliera de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban).

Esta foi a última reunião da comitiva brasileira na China. Antônio Andrade avaliou a viagem como extremamente positiva. “Conseguimos vários avanços com esta visita. Além de acompanhar o vice-presidente Michel Temer em missões importantes, conseguimos a assinatura de dois protocolos (para exportação de milho e biotecnologia) para o Brasil e a promessa de cooperação para resolver nossas questões agrícolas com a China”, frisou o ministro.

Ministro Antônio Andrade em visita de cortesia ao ministro da Agricultura da China, Han Changfu.    Imagem: Ronaldo Bizinotto.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Etapa de vacinação contra aftosa já começou em 21 estados e no DF

Começou nesta sexta-feira, 1º de novembro, a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. Em outubro, outras três unidades da federação já haviam iniciado a imunização: Roraima, Rondônia e a fase única no Amapá.

A vacinação de todo o rebanho de bovinos e bubalinos será nos estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo. Já a imunização em animais com idade abaixo de 24 meses está prevista nos estados da Bahia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins. Algumas localidades desses estados têm datas diferenciadas. Consulte o site do Ministério da Agricultura para saber as localidades no link:

Os serviços veterinários oficiais têm 30 dias após o final do prazo para encaminhar ao Mapa relatório das atividades da campanha contra a enfermidade. A expectativa do Ministério da Agricultura é que 150 milhões de cabeças sejam vacinadas nesta nova etapa.

Atualmente, o Brasil reconhece como zona livre de febre aftosa com vacinação áreas de 22 estados (sendo sete do Nordeste e o Pará apenas em 2013) e o Distrito Federal. A campanha e todo trabalho realizado pelo governo são fundamentais para impedir a reintrodução da doença no território. Santa Catarina não está no calendário por ser zona livre de aftosa sem vacinação.


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Ministro da Agricultura acredita que embargo da Rússia a frigoríficos brasileiros é temporário

O embargo que a Rússia iniciou na quarta-feira (02/10) contra dez frigoríficos brasileiros é fruto de um “desentendimento” entre o serviço sanitário russo e o governo brasileiro, disse o ministro da Agricultura, Antonio Andrade, na cerimônia de abertura da Semana Nacional da Carne Suína, realizada na capital paulista.

“Achamos que tínhamos atendido a todas as reivindicações dos russos”, afirmou Andrade, referindo-se aos questionamentos feitos pelo russos durante a missão sanitária realizada no Brasil em julho. Diante disso, o ministro confia que as restrições da Rússia à nove unidades de bovinos e uma planta de suínos serão apenas “temporárias”.

Para amenizar o embargo, o Ministério da Agricultura ofereceu, durante as negociações com os russos, “trocar” os frigoríficos suspensos pela habilitação de outras unidades do país, afirmou Andrade. Com isso, a Rússia vetaria as unidades que avalia não cumprir as exigências sanitárias, mas liberaria a exportação de outros frigoríficos brasileiros. Por enquanto, a proposta não vingou.

Apesar disso, o ministro disse acreditar que não haverá impacto nas exportações de carnes do Brasil, uma vez que as empresas poderão exportar para os russos a partir de outras unidades que ainda estão autorizadas a exportar. A Rússia é o segundo principal destino das exportações de carne bovina do Brasil.

A despeito do otimismo, Andrade admitiu “problemas financeiros” na área sanitária. Segundo ele, o ministério não fez repasses neste ano para as agências estaduais de defesa sanitária. O ministro disse que o convênio com as agências foi interrompido na gestão do ministro Mendes Ribeiro (PMDB-RS) por problemas orçamentários.

Apesar da falta de repasses, Andrade garantiu que as atividades de defesa sanitária sob responsabilidade dos Estados não foram “descontinuadas” e que um novo convênio com as agências de defesa será firmado neste mês. Por meio desse novo convênio, afirmou, o ministério repassará R$ 150,8 milhões por ano para as agências estaduais.



terça-feira, 27 de agosto de 2013

Evento discute cooperação técnica em bem-estar animal


Com o objetivo de destacar as ações da União Europeia em relação ao bem-estar animal e suas implicações para o Brasil, a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura (SDC/Mapa) realizará um evento na próxima quinta-feira, 29 de agosto, a partir das 14h30, no auditório da sede do Mapa.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Caio Rocha, o objetivo é constituir um grupo para intercâmbio regular de informações e cooperação técnica para o bem-estar de animais de produção.

O evento, direcionado a servidores, representantes do setor pecuário e imprensa, terá espaço para debate com o público sobre as ações para o ano de 2014, previstas em um memorando de entendimento assinado entre o Mapa e a Direção Geral da Saúde e da Proteção do Consumidor da Comissão Européia (DG-Sanco) no início deste ano. 

O documento ainda trata da cooperação entre as partes para a melhoria dos sistemas de criação dos animais destinados à produção de alimentos, do nascimento ao momento do abate.

A União Européia é um dos mercados mais exigentes e demanda por tratamento adequado aos animais de produção. O chefe da Unidade de Bem-Estar Animal da DG-Sanco, Andrea Gavinelli, participará do evento.


Bem estar animal está entre as prioridades dos principais frigoríficos do país.




terça-feira, 6 de agosto de 2013

Antônio Andrade recebe o Secretário da Agricultura dos EUA

Para tratar da relação comercial entre Brasil e Estados Unidos, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, recebeu autoridades norte-americanas nesta segunda-feira, 5 de agosto, em Brasília. O secretário de Agricultura dos EUA, Thomas J. Vilsack, além dos senadores Debbie Stabenow e Roy Blunt, fizeram parte da delegação de 21 membros presentes no encontro.

Os norte-americanos são parceiros comerciais importantes e a visita do secretário foi relevante para a discussão de interesses dos países. A possibilidade de atuação conjunta na área de biotecnologia foi bastante enfatizada pelos dois lados. O clima de entendimento foi destaque na reunião, mostrando que os possíveis pontos de divergência podem e devem ser resolvidos.

“Como grandes produtores de alimentos, precisamos olhar as oportunidades mundiais em conjunto. Entendo que essa é uma parceria estratégica no cenário mundial”, afirmou Antônio Andrade. 

O Brasil e os Estados Unidos, como grandes produtores, estão mais para parceiros do que concorrentes, especialmente no que se refere à China, mercado de grande interesse aos dois países. 

Para o secretário Thomas J. Vilsack, a experiência brasileira em agricultura tropical deve ser passada também aos países da África, regiões com semelhanças de solo, clima e com grande potencial de crescimento no agronegócio.

No encontro, a principal solicitação do Brasil foi a entrada de carne bovina in natura no mercado norte-americano. Haverá esforço, por parte dos EUA, para tentar resolver alguns problemas em relação a esta demanda até a visita da Presidenta Dilma Rousseff ao país, marcada para outubro de 2013.

As exportações americanas de bovinos vivos, carne suína e bovina foram temas tratados pelas autoridades dos EUA. Os representantes norte-americanos esperam que o Brasil resolva as pendências para que, com a visita da presidenta, isso possa ser oficializado.


O clima de entendimento entre os dois países e a possibilidade de atuação conjunta foram destaques / Imagem: divulgação MAPA

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Brasil avança para obter status internacional de país livre de febre aftosa

Com todo trabalho de estruturação feito ao longo dos últimos anos e investimentos de
R$ 34,8 milhões nos dois últimos anos em sete estados da região Nordeste e no Pará para erradicação da febre aftosa, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento prevê que até maio deste ano essas áreas sejam reconhecidas nacionalmente como livres da doença. A expectativa é que haja também o reconhecimento desse status pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2014.


Para isso, a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/Mapa), juntamente com os serviços veterinários oficiais dos estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte precisou intensificar as ações de estruturação e vigilância a partir de 2008. A Bahia e Sergipe são os únicos estados nordestinos reconhecidos como zonas livres da aftosa, até o momento.

Desde o segundo semestre de 2012, foram monitoradas mais de 1,7 mil propriedades rurais e amostrados mais de 71 mil animais, selecionadas aleatoriamente, levando em consideração critérios científicos reconhecidos internacionalmente. O estudo está previsto para encerrar no início do mês de maio.

No Brasil, 89% do rebanho de bovinos e bubalinos, ou 185 milhões de cabeças, está em zona livre de febre aftosa, que representa 60% do território nacional. Com a possibilidade de inclusão de mais 22 milhões de animais nos oito estados em análise, o percentual passaria a ser de 99%. Após esse processo, faltará apenas os estados do Amapá e Roraima e parte do estado do Amazonas serem reconhecidos como livre de febre aftosa.





segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Pesquisa e crédito influenciam alta da produtividade agropecuária


Um estudo dos técnicos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou que Brasil e a China são os principais mercados que mais aumentaram a produtividade agropecuária entre os anos de 2001 e 2009. No caso brasileiro, os levantamentos apontam que fatores como a pesquisa, o crédito agrícola e as exportações influenciam diretamente nesse crescimento. A análise é da Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A Produtividade Total dos Fatores (PTF) é o cálculo feito a partir da divisão entre a produção nas lavouras e na pecuária sobre os insumos utilizados no campo (entre os quais trabalhadores rurais, máquinas agrícolas, defensivos e fertilizantes).

De acordo com o estudo, o aumento de 1% nos gastos com pesquisa é responsável por um crescimento da PTF de até 0,35% em 10 anos, enquanto o acréscimo de 1% nos desembolsos do crédito rural (custeio, investimento e comercialização) eleva esse índice em 0,25% e o impacto das exportações em 0,14%.

“A produtividade de um país deve ser alta para tornar o produto competitivo no mercado internacional, o que explica as exportações como um fator relevante sobre os acréscimos no PTF,” explica o coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques.

O crédito agrícola no Brasil aumentou de R$ 17,9 bilhões concedidos em 2001 para R$ 75,1 bilhões em 2009, alta de 319,5%. Já as exportações agropecuárias brasileiras tiveram acréscimo no período de 171,8%, passando de R$ 23,8 bilhões para R$ 64,7 bilhões.

Outros indicadores apontam melhorias nas rodovias, telecomunicações, irrigação e energia elétrica como fundamentais, além da mudança na qualidade dos insumos; deslocamento da produção para novas regiões do Norte, Centro Oeste e Centro Nordeste; e por 69,2% do perfil das pessoas ocupadas nos campos estarem na faixa etária entre 15 e 49 anos.
Brasil em destaque

Os dados levantados pelo Ministério da Agricultura baseiam-se na obra “Crescimento da Produtividade na Agricultura: Uma Perspectiva Internacional” (Productivity Growth in Agriculture: An International Perspective), que analisa a elevação da produtividade agrícola em 156 países, inclusive o Brasil.

O crescimento do Brasil quanto à produtividade total dos fatores foi de 4,04% na década 2001-2009, enquanto a taxa mundial foi de 1,84%, no período. “Brasil e China são os que mais têm elevado a produção e a produtividade, entre as maiores economias do mundo. Esse fato é atribuído aos pesados investimentos em pesquisa e extensão feitos por ambos os países”, destaca Gasques.



sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Mantega afirma que governo planeja reduzir medidas de estímulo


O governo brasileiro planeja reduzir as políticas para enfraquecer a moeda e diminuir as taxas de juros em 2013, à medida que o crescimento econômico começa a se recuperar após dois anos de crise, disse, em entrevista, o ministro da Fazenda, Guido Mantega. "O ano de 2013 vai ser mais calmo, com menos medidas, porque elas já foram tomadas", afirmou. "As políticas monetárias e cambiais estão ajustadas."

Segundo a Agencia Estado, enfrentando queda do crescimento nos últimos dois anos, o Brasil reduziu sua taxa básica de juros, a Selic, para uma baixa recorde de 7,25% e introduziu uma série de medidas para impedir que sua moeda valorizasse ante o dólar, como a implementação de controles de capital sobre alguns investimentos estrangeiros.

"O Brasil agora tem de se adaptar, tem de se acostumar com esses níveis de taxas de juros e de câmbio", afirmou Mantega. "É claro, sempre pode haver flutuações, tanto em termos de taxa de juros quanto de moeda, mas estamos em uma posição totalmente diferente da que estávamos no começo do ano passado."

Além das taxas de juros e de câmbio, o governo da presidente Dilma Rousseff tomou uma série de outras medidas para impulsionar o crescimento nos últimos anos. As medidas provocaram críticas de alguns analistas, que alegam que elas interrompem o investimento e podem provocar inflação, ao mesmo tempo em que não garantem a recuperação da economia. O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu a um ritmo menor, de cerca de 1% em 2012, após registrar alta de apenas 2,7% em 2011.

Mantega rebateu as críticas, dizendo que as medidas estão começando a surtir efeito e ajudarão a impulsionar a maior economia da América Latina a taxas de crescimento entre 3% e 4% este ano e acima de 4% em 2014.

"Estamos começando com um cenário internacional melhor e vamos começar a colher o que plantamos em 2011 e 2012", disse Mantega. Ele afirmou que a economia do Brasil começou a se acelerar nos meses finais de 2012, enquanto a previsão para os EUA melhorou, a crise da dívida da Europa parece ter evitado o pior cenário e a taxa de crescimento da China está começando a subir novamente. As informações são da Dow Jones. 


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Desacelaração global debilitou desempenho das exportações brasileiras em 2012


Após registrar taxas de dois dígitos entre 2010 e 2011, o crescimento das exportações da América Latina desacelerou fortemente em 2012, para apenas 1,5%, segundo estudo que o Setor de Integração e Comércio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) acaba de publicar. 

No caso do Brasil, a equipe do banco estima uma queda de 5% nas exportações totais, devido principalmente à redução nos embarques para a Europa (-8%), Argentina, ( -20%) e Chile (-18%). 

Mas no documento 'Estimativas das tendências comerciais - América Latina 2012', a estimativa é que houve também uma redução nas exportações brasileiras para a China (-5%), ainda que possa ter havido expansão nos embarques para o México (3%) e para os EUA (11%). 

O documento avalia que o desempenho das exportações da América Latina em 2012 reflete o final da fase de expansão do crescimento do comércio em seguida à crise financeira de 2008, período no qual as exportações regionais apresentaram uma impressionante recuperação alcançando uma taxa média de crescimento de 26% em 2010-2011. 

A constatação dos autores do documento do BID é que as condições desiguais que atravessam os principais parceiros comerciais da América Latina, contribuíram para os resultados das exportações deste ano. "A adversa situação na Europa resultou em queda nas exportações latino-americanas para este destino, ao mesmo tempo que o crescimento mais baixo da economia chinesa e coreana provocou uma forte desaceleração dos envios regionais à Ásia, que passaram de uma taxa de crescimento de 25% em 2011 a uma estimativa de apenas 1% para este ano". 

Isso explica porque os países que possuem um relacionamento comercial mais forte com Europa e Ásia, como o Mercosul e o Chile, tiveram um desempenho mais pobre. Fonte: BID e AE.